(Fonte: Catraquinha)

Laiza Marinho, curitibana de 25 anos, é fotógrafa, psicóloga e trabalha com inclusão escolar. Lançou recentemente o projeto “Histórias que curam“, que captura, através de fotografias, o dia a dia de crianças com necessidades especiais.

Trata-se de fotos bastante realistas, mas ao mesmo com um recorte sutil de perceber o afeto por trás de cada cena do cotidiano, a fotógrafa passou a se dedicar a retratar a rotina das famílias que têm crianças com diagnóstico do espectro autista, paralisia cerebral e outros transtornos.

A ideia, basicamente, é sensibilizar a sociedade em geral sobre as dificuldades que fazem parte da vida dessas famílias, e ao mesmo tempo desconstruir alguns estereótipos – e preconceitos – que costumam fazer parte da percepção geral: as limitações e obstáculos existem, sim, mas as crianças ainda são crianças e vivem no universo infantil e em tudo o que ele representa. Para Laiza, “as crianças têm a capacidade de se adaptar e revelar para nós que, o que tem de diferente não é sua limitação física ou cognitiva, mas sim, sua capacidade de ir além, de transcender”.

“O termo ‘paralisia cerebral’ é forte. Tanto que automaticamente associamos ao estado vegetativo. Laiza criou um blog para o projeto e lá conta a história de cada criança e compartilha as percepções sobre determinados aspectos sobre a deficiência que até então eram desconhecidos. Com o projeto “Histórias que curam”, Laiza espera dar luz às singularidades das crianças e minimizar o preconceito e os estigmas em torno do assunto.

Conheça algumas fotos do maravilhoso projeto: www.laizamarinho.46graus.com/projeto-azul-marinho

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